Arquivo do mês: fevereiro 2009

Erin O’connor

Nóis tiama também, Erin!

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Obamarichardson

Yes we can!

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House

Vem descobrir qual é minha doença, meu amô.

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Uma graça de Gracie

Ando relapsa por aqui mas bem feliz com algumas notícias que li. Uma delas é o sucesso (já esperado) da Gracie Carvalho, modelo linda que apareceu faz algumas temporadas e conquistou todo mundo. Ela foi pra NY agora na temporada de moda de lá e desfilou pra pencas de estilistas fancy e diz que será apresentada para Steven Meisel e Anna Wintour.

A Gracie é de São José dos Campos e resolveu vir sozinha pra São Paulo tentar a vida de modelo. Conseguiu e hoje é uma das grandes apostas da Way. Jpa viajei com ela em vários eventos no ano passado e retrasado e me apaixonei pelo jeito calado e tímido dela.

Gracie em algum backstage desse último Fashion Rio

tirando a pupurina da cara no Fashion Rio de verão

O Fervo torce por você gata! Achamos que a Gracie é a nova Emanuela de Paula! Aloooor Victoria’s Secret, fica a dica.

lindíssima no desfile Hair Fashion Show em 2008

No desfile de Carlos Miele em Nova York

PS: saudades das fervidonas também, tipo Vivi que tava belíííííííííssima na Carolina Herrera!

CUÉN

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Salva a Salma

Salma Hayek casa-se em Paris com herdeiro da Gucci

Essa sabe das coisas!

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Monday monday

Para começar a semana…

Marc, o Fervo te ama!

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Ressaca + sexta-feira 13

Como tô numa ressaca horrenda, hoje é uma sexta-feira 13 chuvosa e preguiçosa, aí vai uma lista que o Último Segundo fez dos melhores filmes para se assistir numa sexta 13!

“O Bebê de Rosemary” (1968)
Roman Polanski trabalha de forma brilhante um dos maiores medos femininos: a de que algo de mal acontecerá a seu filho durante a gravidez. Só que o problema é mais embaixo: o bebê é a própria encarnação do mal. Polanski, aliás, é mestre do gênero. Tanto “Repulsa ao Sexo” quanto “O Inquilino” poderiam estar tranquilamente no Top 10 do horror psicológico.


“O Iluminado” (1980)
Dentro de um subgênero do terror (o da casa mal assombrada), Stanley Kubrick faz um ensaio visual grandioso sobre os males do isolamento; um filme em que a histeria da interpretação de Jack Nicholson está plenamente justificada.

“Carrie – A Estranha” (1977)

O medo que Brian DePalma trabalha aqui é o da rejeição na adolescência. Carrie é a garota que, humilhada pelos colegas de escola, usa seus poderes paranormais para buscar vingança. Os sustos são ótimos, as idéias melhores ainda.

“A Noite dos Mortos Vivos” (1968)

De maneira superficial, o clássico de George Romero é o filme de zumbi essencial, com cenas de violência chocantes para a época de seu lançamento. Mas é muito mais: uma alegoria social e política, em que as vítimas representam diversos arquétipos da sociedade americana, e os zumbis representam as forças que colocam em xeque os valores de cada um deles.

“A Vila” (2004)
Um falso filme de horror; ou melhor, um filme de horror que desconstrói o filme de horror; ou ainda, um filme sobre como criar um horror imaginário (“aqueles-de-quem-não-falamos”) para combater outro real (a violência urbana). A obra-prima de M. Night Shyamalan.

“Monstros” (1932)
Clássico maldito dirigido em 1932 por Tod Browning nem é bem um filme de terror, mas o final, com a vingança dos “freaks” (deficientes físicos e mentais reais que serviam como “atração” em circos itinerantes dos EUA) contra uma trapezista inescrupulosa e seu amante é de arrepiar.

“Rejeitados pelo Diabo” (2005)
O roqueiro e diretor Rob Zombie subverte os clichês do gênero e mostra um policial com sede de sangue – e armado com um machado – perseguindo uma família de psicopatas como se ele, o “mocinho” da história, fosse um Jason Voorhees. E o filme ainda reserva um desfecho à la “Bonnie & Clyde – Uma Rajada de Balas”.

“O Massacre da Serra Elétrica” (1974)

Michael Myers, Freddy Krueger e Jason não existiriam sem Leatherface, o calado e meio patético membro de uma família de canibais que adora mutilar jovens com uma motosserra. A cena do jantar em que a loira Marilyn Burns é torturada pelo clã de degenerados é angustiante.

“A Maldição dos Mortos-Vivos” (1988)

Filme pouco lembrado de Wes Craven (“Pânico”, “A Hora do Pesadelo”) que mescla o horror sobrenatural do vodu com o terror praticado pela polícia haitiana nos porões da ditadura de Jean-Claude Duvalier, o “Baby Doc”.

“Come to Daddy” (1997)
Em clima de pesadelo, o videoclipe – na verdade um curta-metragem – dirigido por Chris Cunningham para o produtor musical Richard D. James (mais conhecido como Aphex Twin) mostra uma velhinha sendo atormentada por crianças vândalas com o rosto barbado de James e um monstro esquálido que sai de dentro de uma TV.

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